O que ele tinha? Não sei dizer! Era um encantamento diferente, criado por quem ele era. Suas ações e posturas faziam dele um cara diferente, a ponto de valer a pena. A vontade que tinha, era de tê-lo por perto sempre, porque ele me fazia bem, mas não um bem utópico... Um bem real!
Ao pensar nele, tinha vontade de abrir a porta e encontrá-lo do lado de fora, há minha espera. Ao ouvir qualquer música que fosse, queria que ele estivesse lá, dançando comigo. Ao ficar triste, desejava que ele fizesse com que eu me esquecesse de todos os meus problemas, porque com ele o longe fica perto, o errado fica certo, e o certo era o fato de que eu estava totalmente encantada por ele.
Sabia dos riscos, mas a verdade era que eu estava disposta a encarar todos eles. Se fosse para acabar, que acabasse junto com ele, de preferência dormindo, de conchinha, na cama de solteiro que nos acomodava na medida certa.
