segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Deixo ir...

Hoje tô no dia de deixar ir. Aos poucos vou aprendendo que, nem sempre, deixar ir significa desistir ou perder.

Coração confuso, bate descompassado, e não existe amor que resista a descompasso do peito.

Coração é como bicho que a gente cuida, com carinho. A gente solta, ele sai, voa, mas após espairecer, retorna a seu lugar de direito.

Então, agora deixo ir! O coração fica triste que só, e a ausência causa uma angústia, como quem desiste de lutar, mas abrir mão do presente serve para semear um futuro completo, repleto de toda felicidade, que só um sentimento verdadeiro pode proporcionar.

Vá, voe, se perca e se encontre aqui, no lugar meu, que é todo seu!

- Tamires Carvalho -

2 comentários:

  1. Hoje fui arrumar minha coisas e encontrei meu caderninho de anotações do 32° ENEPe/BH 2012. Logo ao pegar o caderno me arrepiei ao ver a capa que a Tata (Tamires Carvalho) fez pra mim. Aqui estou bem emocionado. Os versos abaixo retratando um dos dias que passei na casa da Tata e ela reclamou que eu estava muito magro.

    Texto no original, com erros e tudo:

    Foto-síntese

    Eu sou quadrado, como pouco ou um pedaço.
    Passo o dia sem beber, não como nada; dizem que vou morrer.
    E minha foto. Não te conto, poís a síntese é um desencontro.
    Cada grão do meio feijão passa pela balança e se pesar muito ninguém dança. O arroz esbranquiçado, com galinha e quiabo, são cozinhados e esquentados, mas não como nenhum bocado.

    Estou rindo muito, pois são bem estranhos os sentimentos nesse instante.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Relendo comentários encontrei esse do qual não me lembrava. Obrigada pelas preciosas lembranças!!

      Excluir

E aí?